Sobre a AGPR5

Nossa História

Com dois microcomputadores usados – instalados em um quarto de 10 m² em um apartamento na cidade de Criciúma –, começou a ser delineada a história de uma das maiores empresas de tecnologia, automação e soluções de Santa Catarina. Apartir da iniciativa de cinco empreendedores, a companhia surgiu em meados de 2000. As iniciais dos seus sobrenomes formaram o acrônimo que deu nome à empresa: AGP5 Automação e Sistemas. Apesar da estrutura modesta, todos partilhavam do mesmo objetivo: tornar as empresas mais competitivas e eficientes com soluções de automação. Hoje, 16 anos depois, a companhia é uma referência em sistemas de controle para fábricas de nutrição animal, conta com uma sede de 7 mil m² e sua visão é propiciar tecnologia para atender as necessidades básicas de alimentação e conforto às pessoas. Um mercado incipiente e incerto – devido à recente abertura da lei de proteção de importação de produtos de tecnologia e às instabilidades do mercado de eletroeletrônicos e tecnologia – formava um cenário desfavorável para a empreitada. O receio e a desconfiança das empresas quanto à “nova engenharia” prejudicavam ainda mais o desenvolvimento do setor. Muitos ainda relacionavam a área ao desemprego pelo uso de tecnologia, e o conhecimento dos benefícios da automação para a produtividade eram limitados às grandes empresas.

As empresas de tecnologia, muitas delas criadas como associações de amigos e sem processos de gestão profissional, não sobreviviam ao competitivo mercado – tinham tempo de vida médio de dois anos. Outra característica do período foi a falta de segmentação do mercado de automação: as companhias precisavam oferecer soluções e softwares a todos os diferentes setores, de cerâmicas a saneamento, por exemplo.

Mas a conjuntura não desmotivou os fundadores. Com poucos recursos financeiros e estrutura limitada, a AGP5 restringiu sua atuação, atendendo somente a agroindústrias – com foco em sistemas de dosagens, fábricas de nutrição animal, sistemas de preparação, extração e refino de óleos vegetais, como soja, canola e algodão, estufas de cozimento de embutidos, portos/armazenagens de grãos. Em 2001, com apenas um ano de operação, a AGP5 já prestava serviço a renomadas empresas do setor do agronegócio, como Bunge e Seara.

No mesmo ano, a companhia elaborou um plano estratégico, que possibilitou sua entrada como empresa de base tecnológica incubada no Midisul – pertencente à FIESC/SENAI, com um espaço já de 80 m². A incubação acentuou o crescimento da, até então, AGP5. Fato observado a começar pela conquista do Prêmio Talentos Empreendedores do SEBRAE/SC em 2002. Já em 2003, recebeu o Prêmio Competitividade de Micro e Pequenas Empresas do MPE Brasil e conquistou a primeira certificação ISO 9001. A estruturação também ampliou o portfólio de produtos, levando seu foco de atuação para além de sistemas de automação e tecnologia, chegando a quadros, projetos e instalações elétricas. Nessa fase de crescimento e consolidação da marca, a identidade visual da AGP5 passou pela primeira alteração, com a inclusão de um pseudopentágono ao fundo da logomarca – remetendo a uma casa, com a intenção de refletir ao cliente estrutura e solidez. Na mesma época, foi criado o primeiro slogan – “Transformando conhecimento em soluções de resultado”.

Os resultados iniciais superaram as expectativas, explica Alvaro Ghedin, sócio-fundador e presidente do AGPR5 | A5 Group “Tudo ia melhor que o planejado. O crescimento da empresa e o aumento do número de pedidos foi tão intenso que, de 2003 a 2004, chegamos a trabalhar mais de 18 horas por dia, de segunda a segunda”, lembra. A saída da incubadora, no final de 2004, trouxe novos desafios e também um processo de reorganização societária. Os sócios remanescentes tomaram uma ousada medida: recomeçar tudo da estaca zero, a partir da criação de uma nova empresa, em um novo endereço. Nas novas instalações, com área de 500 m², e sob a razão social de Abirush Automação e Sistemas, a atual AGPR5 entrou em operação em fevereiro de 2005. O acrônimo permaneceu com a junção das iniciais dos sobrenomes dos sócios. Uma nova gestão, mas com o mesmo posicionamento. Remetendo à sua vocação para soluções na agroindústria, sua identidade visual passou a trazer o cinco em algarismo romano, e o símbolo do Gral. Na sua base, folhas lembravam plantas, com destaque central para meio grão de soja e meio grão de milho.

Crescimento sustentável rumo à perpetuidade

O ano de 2005 serviu para uma profunda reestruturação na cultura organizacional, visando à longevidade da companhia. O elo entre as áreas de software e tecnologia com a elétrica, e destes com os setores operacional e comercial, foi fundamental para o recomeço da empresa. E o resultado veio no mesmo ano, com a criação de um novo produto de software para a indústria brasileira de nutrição animal – o GEMBA MILL –, que demandou 75 mil horas de projeto, tendo como referência softwares dos Estados Unidos, Dinamarca, Holanda e Suíça. Dessa aplicação, derivou o Gemba Oil, para indústrias de esmagamento de soja.

A consolidação do market share da empresa nos setores de quadros elétricos, instalações elétricas, automação e softwares para agroindústria deu-se de forma natural e orgânica. Com resultados acima do esperado, o “Gemba” tornou-se o carro-chefe da companhia. Desmembrado em diversas plataformas de controles para plantas industriais, passou a englobar não somente automação, hardwares e softwares, mas também a chamada “Plataforma MES” – Sistema de Execução da Manufatura. O crescimento ia de vento em popa e não era afetado pela crise mundial de 2008 – no final desse ano, as vendas ultrapassaram o dobro do registrado 1no ano anterior. Sucesso conquistado pela empresa que não se resumia aos índices financeiros somente. Em tecnologia, a AGPR5 se equiparava a qualquer player mundial do setor.

2011 marcou um novo desenho do planejamento estratégico e a revisão da governança corporativa, com a criação de duas novas empresas controladas pela AGPR5 – uma com foco em venda de materiais elétricos (AGPR5 Eletro), e outra com foco na industrialização mecânica de microdosagens, com alto grau de precisão e controle eletrônico/sistema AKOS. Esse redesenho operacional, com a criação de uma holding controladora de todas as empresas – o A5 Group –, resultou na revisão da logomarca da AGPR5, que perdeu sua referência exclusiva à agroindústria. A nova marca busca transmitir a história da empresa e refletir suas áreas de atuação.

No final de 2013, a companhia, que já atuava no mercado naval desde 2009, entrou no segmento de infraestrutura e aeroportos – fornecendo quadros e instalações elétricas de grande porte. A expansão levou a empresa a duplicar seu tamanho e faturamento entre 2008 e 2015, com crescimento ultrapassando os 50% somente nos últimos três anos. Estruturada como grupo, a companhia entrou em 2015 estampando seu posicionamento na sua marca: AGPR5 | A5 Group. A empresa de material elétrico passou a ser nomeada AGPR5 Materiais Elétricos | A5 Group, e a de mecânica, AGPR5 Máquinas e Equipamentos | A5 Group.

As taxas robustas de crescimento, infraestrutura de alto padrão, produtos com grande valor agregado e modelo de governança corporativa internacional possibilitam à AGPR5 projetar seu futuro no sonho de construir com sustentabilidade uma empresa centenária.

Fábrica de talentos

Em 2010, quando a empresa estabeleceu as diretrizes para um crescimento sustentável, o investimento em capital humano já estava à frente de suas prioridades. “Na sua trajetória, o que a AGPR5 fez de diferente foi sua dedicação a ser uma excelente escola. Com diretores e gerentes fazendo o papel de professores e formadores dedicados, capazes de recrutar um capital humano com potencial de capacitação e transformá-lo em profissionais de alta performance”, explica Ghedin.

Para gerar capital humano e formar talentos, a AGPR5 desenvolveu o Programa de Desenvolvimento de Líderes (PDL AGPR5) – uma capacitação formal de gestores de seis níveis –, incluindo desde educação financeira pessoal e familiar a pós-graduação in company. “Ressaltamos desde a primeira aula que a AGPR5 é composta por um conjunto de vetores que precisam ter a mesma direção, sentido e intensidade”, enfatiza o presidente. Para estabelecer uma cultura própria de gestão do processo e do conhecimento, o profissional que chegar ao nível 5 está habilitado para cargos de staff ou diretor nas empresas do grupo. Em 2015, a média de capacitação de um colaborador chegou a 76 horas/ano. A meta é chegar, em 2020, a 120h/ano – igual ao treinamento de um colaborador nos Estados Unidos e Europa.

O trabalho de formação de seus 200 colaboradores rendeu frutos, caso do reconhecimento como a 3ª Melhor Média Empresa para Trabalhar em Santa Catarina em 2015 – levantamento realizado pelo Instituto GPTW que, em 2016, colocou a companhia entre as 35 Melhores Médias Empresas Nacionais para Trabalhar no Brasil.

Com investimentos permanentes nos pilares que a sustentaram desde a fundação, as ações da AGPR5 indicam que a empresa terá sucesso na sua ambição de ser, nos próximos 100 anos, uma empresa geradora de capital humano e, por consequência, de conhecimento.

Assim, a companhia segue construindo sua vantagem competitiva em nível global, como geradora de conhecimento e tecnologia, através da geração de novos produtos e soluções tecnológicas, ou através de prestação de serviços especializados de alta produtividade, eficiência e eficácia nos seus mercados de atuação.

História da Marca


Ano 2000


Ano 2003


Ano 2005


Ano 2011


Ano 2013


Ano 2014


Ano 2015


Ano 2016